segunda-feira, 15 de maio de 2017

Experiência Low Carb

Já tem algum tempo que vem se falando muito acerca do estilo de alimentação LOW CARB. Eu confesso que fiquei curiosa quanto a abordagem LOW CARB associada ao estilo paleo, mas fui adiando, por pura preguiça de pesquisar a respeito acerca do estilo paleo. Entretanto comecei aos poucos a buscar apenas o estilo low carb, associada à tal comida de verdade.

Por tudo que li e que continuo lendo, percebo que esse estilo de alimentação, ao longo de todas as inúmeras dietas que eu já havia seguido é a abordagem que mais funciona pra mim, apesar de não entrar farinha e açúcar, já que doces sempre foram o maior empecilho de eu seguir meus projetos adiante.

O que percebi é que quando fiz dieta de acompanhamento com nutri esportivo a meta era fazer uma alimentação Low Carb, não nesses termos, mas sempre havia uma diminuição do número de porções de carbo, apesar de ser tolerado os tais grãos integrais, que deve-se evitar em LOW CARB.

Comecei a perceber que funcionou muito bem pra mim a South Beach, a Dukan, etc, sendo que essas eram muito mais restritas por conta das tais fases, coisa que não existe em Low Carb.

O que eu mais estou gostando dessa experiência é que agora, se eu "furar" a dieta eu não preciso retomar a fase tal até poder seguir adiante, o que eu mais gosto em LOW CARB é saber que se eu comi bolo no dia das mães (e no dia anterior durante o preparo e no dia seguinte, no caso hoje, rsrsrs) eu simplesmente posso continuar com minha alimentação sem que nada tivesse acontecido e vida que segue. Desde que eu tive bebê que eu passei a restringir açúcar e farinha, e de alguns meses pra cá, resolvi encarar de vez esse estilo de alimentação saudável e tem dado super certo. Sinto-me muito disposta, percebi que não sinto mais tanta fome, consigo perceber melhor quando chega a saciedade, consigo perceber melhor quando chega a fome. Enfim, apenas ganhos.

Mas então, o que vem a ser LOW CARB? Bem, como o próprio nome diz é uma alimentação baixa em carboidratos. Como eu encaro Low Carb? Para mim, para o meu dia-a-dia é uma alimentação que evita ingerir produtos industrializados, que prioriza legumes, vegetais, ovos, carnes e oleaginosas e que tem uma ênfase maior em frutas menos doces e com maior concentração de gordura como abacate e coco. Mas o que mais me encanta em Low Carb é a liberdade e o sabor dos pratos, pois vamos combinar que é muito melhor comer cupim do que frango grelhado.

Enfim, tudo isso, foi para vir aqui deixar registrado que após anos e anos eu FINALMENTE saí da casa dos 60 kg. Quem me acompanha aqui há bastante tempo sabe que sempre foi uma luta minha eterna busca pelos almejados 60 kg e eu já atingi essa meta umas três vezes na minha vida fitness (kkkkkk). A diferença, agora, é que isso ocorreu naturalmente, confesso que me sinto, finalmente, MAGRA, não só pelo número, mas porque eu finalmente consegui essa meta sem nada restritivo com tempo pré-determinado.





quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Desmame Noturno - Parte 2

Estou aqui tentando imaginar como foi a sequência das noites, depois da terceira, na tentativa de desmamar o Davi.

Enfim o que posso lembrar é que na quarta noite eu já estava completamente cansada e em dúvida de que era realmente possível realizar o tal Desmame Noturno,  a noite foi longa como as outras, não me lembro dos detalhes, mas consigo me lembrar perfeitamente de que cada vez que ele pedia mamá, eu explicava que ainda estava de noite, que quando o sol chegasse a mamãe dava o mamazinho dele e que ele simplesmente "virava bicho", chorava, esperneava, tentava me dar tapa, se jogava pra trás (numa dessas bateu a cabeça na parede, quase morri de dó), enfim, depois de uma hora de birras, ele finalmente dormiu e acordou por volta de seis horas, amamentei e ele dormiu novamente.

Na quinta noite (sexta-feira), ele dormiu tarde, por volta de 22h, jantou,  mamou, dormiu e acordou às cinco horas (achei um progresso e tanto), não amamentei, ele ainda resmungou por meia hora até adormecer, acordou as seis e meia, amamentei e ele dormiu até oito e meia da manhã. Confesso que nesse dia fiquei mais animada.

Na sexta noite (sábado) ele dormiu novamente por volta de 22h, mesma sequência: banho, jantar, mamazinho e cama, nem acreditei quando ele acordou pela primeira vez eu olhei no relógio e era seis e meia da manhã, dessa vez amamentei e ele despertou, não voltou a dormir.

Na sétima noite (domingo) fui à igreja, ele estava bastante enjoadinho, levei ele sem dar o jantar antes, fiquei com medo de que ele dormisse sem jantar e acabasse atrapalhando a rotina que estava conseguindo criar e voltei para casa antes de acabar o culto, eu já havia dado banho antes de sair, cheguei, ele jantou, mamou e dormiu  às 20h45min.  Ele acordou sete e meia. Enfim comecei a acreditar que havia conseguido.

Na oitava noite (segunda-feira) ele dormiu antes das 21h e acordou umas três da manhã resmungando, fui ao quarto dele, ele resmungou um pouquinho e voltou a dormir, acordou as seis e meia e já quis levantar e passear... rsrs

Ontem foi a nona noite, dormiu antes das dez da noite, acordou novamente de madrugada resmungando (claro que nem perto das birras dos primeiros dias) ele ficou nesses resmungos quase uma hora, não despertou completamente, mas também não estava dormindo, acabei adormecendo na cama dele, acordei às 4h e voltei para o meu quarto. Ele acordou hoje seis e meia novamente, amamentei ele e saí, ele voltou a dormir. Quando voltei o pai dele disse que ele acordou logo que eu saí.


Com o desmame noturno a soneca do dia dele mudou de horário, agora acorda super cedo e tira uma soneca de duas horas entre 11h e 13h.

Estou ansiosa aguardando o dia em que eu vou chegar aqui e dizer: faz uma semana que Davi dorme a noite toda sem acordar nenhuma vez.

De ontem , mamou e adormeceu antes que eu o levasse para a cama - 1 Ano 7 Meses e 28 dias

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Desmame Noturno






E eis que chegamos a um momento desafiador para uma mãe de primeira viagem: o tal desmame noturno.
Levei Davi no pediatra no mês de outubro e ele insinuou que Davi mamava muito, que eu podia tirar a mamada noturna,  que eu iria dormir melhor e o bebê também. Que ele não ficaria tão inseguro e etc.
Confesso que saí do consultório meio chateada com o pediatra,  era a primeira consulta com ele já que meu marido no gostava do pediatra que acompanhou o nenem no primeiro ano de vida dele e por indicação de amigos dele resolvemos trocar.
Como eu não estava nem um pouco preocupada em dormir melhor, não dei ouvidos e segui amamentando Davi normalmente.
O fato é que o volume de trabalho aumentou consideravelmente, eu passei a me sentir cada vez mais cansada e Davi parece que passou a acordar cada vez mais para mamar e eu passei a amanhecer cada vez mais cansada. Enfim,  comecei a cogitar a idéia de tirar as mamadas noturnas. Todos os dias eu dormia na minha cama, mas sempre acabava amanhecendo na cama do Davi,  levantava para amamentar, era vencida pelo cansaço e acabava dormindo na cama dele enquanto ele mamava.
Na segunda feira fui pegas uns pedidos de exames para Davi e fui informada que ele deveria estar em jejum de seis horas. Já imaginei que a noite seria longa.
Davi mamou por volta de 22h e dormiu,  acordou meia noite e quis mamar de novo,  amamentei e ele dormiu de novo. Pouco antes das 2h da manhã ele acordou mais uma vez pedindo mamá. Foi aí que começou a longa noite. Fui pra cama dele, cantei, contei histórias, expliquei que não podia mamar, que precisava dormir para depois mamar, fiz um milhão de propostas e nada acalmava a fúria dele que chorou, insistiu, brigou, fez birra, quis bater em mim.... Enfim, ficou nessa até umas três e meia da manhã,  quando finalmente,  vencido pelo cansaço, adormeceu.
Depois dessa exaustiva noite,  resolvi dar sequência,  já que, dizem, a primeira noite é sempre a mais complicada.
Lá fomos nós para a segunda noite do desmame noturno.
Amamentei por volta de 22h,  dessa vez amamentei no colo, ele adormeceu e depois o coloquei na cama. Fui dormir e acordei às 5h30min da manhã ainda sem acreditar que depois de muito tempo havia dormido uma noite inteira. Voltei a dormir e só acordei às sete e meia da manhã com Davi me chamando. Nem acreditei. Claro que não me iludi, achando que estava tudo resolvido, mas já fui para a terceira noite mais esperançosa.
Chegamos cansados da igreja e o amamentei na cama dele por volta de 22h30min, creio que esse foi meu erro.... Ele dormiu,  fui pro meu quarto dormir, 1h da manhã ele acordou,  fui até o quarto dele, deitei com ele,  cantei um pouquinho e ele dormiu, acordou logo em seguida,  cantei outra música,  ele dormiu novamente. Assim ele ficou até as seis da manhã,  dormia um pouquinho,  acordava ,  pedia mamá,  eu cantava,  ele dormia. Até que às seis ele pediu mamá e logo depois pediu "queijo" (pão de queijo). Fiquei com dó,  imaginando que ele estava com fome. Expliquei que agora já podia mamar porque estava de manhã,  ele mamou,  dormiu ,  e só acordou às oito e meia da manhã.

E agora aqui estou eu,  iniciando a quarta noite e torcendo para que seja uma noite tranquila. Ele mamou às 21h30min. Agora são quase 23h e ele está com o sono agitado.  Veremos como vai ser,  mas confesso que não estou muito otimista para essa noite não.

Meu "pequeno" Davi com 1 ano e sete meses 

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Alimentação do bebê, stress e tal...

Hoje estou especialmente cansada.

Meu baby está com um ano e um mês e já estava com uma tosse há bastante tempo.
Na última semana ele dormiu muito mal e eu, como consequência, também dormi mal , meu leite diminui, estou me sentindo cansada, preocupada, esgotada.

Tenho tido o maior cuidado com a alimentação do Davi, sei o quanto sofre uma pessoa obesa e tenho cuidados especiais com a alimentação do meu bebê, não dou açúcar pra ele, não dou fritura, evito dar farinha branca ao máximo, priorizo frutinhas, legumes, verduras, alimentos frescos.

O problema é quando você se dedica ao máximo e é obrigada a ficar ouvindo palpiteiros criticando a maneira como eu educo meu filho, seja na maneira de amamentar, seja na alimentação.

Hoje foi o cúmulo, eu fui obrigada a ver a pessoa me criticar porque me recusei a dar batata frita pro bebê. Que fique claro que não condeno a mãe que quer dar batata frita pro seu bebê, cada um sabe de si e pronto. Agora a pessoa insinuar que meu bebê faz dieta porque não come açúcar e fritura com apenas 13 meses de idade, realmente foi difícil de escutar.

Escutar que eu devo comprar alguma fórmula ao invés de amamentar só porque a pessoa fica incomodada de eu ordenhar leite materno pra mandar pra escolinha é complicado. Meus exercícios para paciência e tolerância já estão praticamente ineficientes.


Meu bebê que faz "dieta"

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Mini-férias

Olá pessoal, 

No início do mês de setembro viajamos em família, fomos para Rio Quente (já falei sobre o lugar AQUI e AQUI sempre volto lá). 

Foi só uma semaninha, mas que já deu para dar uma boa descansada, foi a primeira viagem com o Davizinho e foi tudo muito tranquilo, ele não deu trabalho, aproveitou muito e pude encarar o biquini, mesmo com apenas 4 meses e pouco depois do parto, claro que o corpo não está nem perto de voltar ao que era antes, mas tudo no seu devido tempo. então vamos às fotos. 


Davi com o papai
Depois da corridinha
Hidrobyke
Na piscina Infinitus com meu príncipe




Alongamento pós Hidrobyke
Hora do chimarrão - Davi com meu pai e minha mãe



Com a Musa Solange Frazão
Hora da Sonequinha


Com o vovô e a vovó



Mergulhando
No Hall


Família 


Meus amores

Família 








Na praia do Cerrado


sexta-feira, 21 de agosto de 2015

GRATIDÃO

Hoje faz um ano que recebi a melhor notícia, a notícia que mudou minha vida a partir daquele instante, eu, que já havia aceitado a ideia de não ter um filho, com os planos futuros de muitas viagens a dois... fui pega completamente de surpresa.
Lembro-me perfeitamente que vinte dias antes meu amado esposo, precisou passar por uma cirurgia de emergência e que ao final do procedimento o médico nos chamou e perguntou se tínhamos filhos, falamos que não, ele então disse que depois da cirurgia, poderia haver complicações e poderíamos ter muita dificuldade em termos um filho.
Ficamos super tranquilos, afinal de contas já havíamos tentado uma gravidez logo no segundo ano de casamento e não havia dado certo e apesar de os médicos nunca terem dito que não poderíamos ter filhos, a gravidez simplesmente não acontecia. tentamos por um tempo, desistimos e para nós era assunto encerrado.
No entanto, no mês de junho,estava em um culto na inauguração do templo da Igreja Assembleia de Deus em Poconé, quando o pastor que trazia a mensagem veio até mim e disse que DEUS estava me entregando um presente.
O que o médico que fez a cirurgia no meu marido não sabia, nem eu, nem ninguém, era que DEUS já havia nos entregado nosso presente, nós é que ainda não sabíamos, por ser ainda muito recente.
Mas vinte dias depois que o meu marido passou pela cirurgia, ainda em licença médica, se recuperando da cirurgia, recebemos a notícia que DEUS já havia entregado nosso presente, a espera de nove meses foi longa, cada dia uma surpresa, mas louvo a DEUS que sempre tem o melhor para os seus filhos e que nos escolheu para ser pais do nosso príncipe Davi, que só nos traz alegria e inunda nossos dias de amor.
Obrigada meu DEUS por aquele 21 de agosto de 2014, aquele dia em que chorei sem entender que sentimento era aquele, que agora eu sei, que era o amor de Mãe que começava a nascer.


Davi - nosso presente

terça-feira, 14 de abril de 2015

À espera do Davi

Já que as postagens por aqui parecem ser trimestrais.. hehehe vamos atualizar esse negócio.


Fui olhar as postagens anteriores e vi que havia um rascunho de janeiro de 2015 ainda sem ser publicado. Aí já publiquei e ri sozinha ao ler que eu achava que minha barriga não tinha mais o que crescer... kkkkk ela não estava nem na metade do que está agora.


Hoje estamos (Davi e eu ) com 39 semanas de gestação mais 3 dias. Por onde passo, só ouço a mesma pergunta: nada ainda??  rsrsrs

E eu só respondo: nada ainda.


Acho que meu príncipe ama tanto a mamãe que não quer sair daqui de dentro tão cedo... hehehe.

Brincadeiras à parte, a data prevista para o parto ainda não chegou, já  que desde o início da gestação foi calculada para o dia 18 de abril, ou seja, teoricamente ainda faltam 4 dias para o Davi nascer. Sabemos, entretanto, que a data prevista para o parto é calculada a partir da data da última menstruação, ou seja, é absolutamente normal que ele atrase por uma semana ou mais.

39 semanas
Minha única preocupação no momento é que eu não quero, de forma alguma passar por uma cesárea e na semana passada Davi já estava com  4kg e a médica perguntou se eu ia querer parto normal mesmo com esse "bebê grande" eu afirmei categoricamente que sim, mas a essa altura começam os medos de ele não encaixar, de não dilatar o suficiente, enfim, medo de PRECISAR passar por uma cesárea. Oro a Deus e peço para que isso não ocorra. 

Quanto à parte física, aparentemente parece que não engordei muito, apesar de que minha barriga está gigantesca e já nem sei quantas vezes ouvi a pergunta "será que não são gêmeos?" rsrsrs, mas isso não me incomoda, Minha barriga está enorme mesmo. Coisa mais linda de se ver. 

No total engordei 17 kg e não ganho peso há umas três semanas. Não tive estrias até a semana passada quando saiu um de cada lado da barriga, o que me deixou bem chateada.... mas tudo bem, faz parte, depois a gente trata. 

O que me deixou mais feliz foi que meus braços não ficaram gigantescos (em compensação minha bunda ficou..... não tem como ir contra a genética  nesse caso... rsrs)

Não me sinto linda, como as pessoas dizem que as grávidas ficam, mas acho que não estou tão feia assim, então está tudo certo... rsrs


O fato é que apesar de a essa altura eu devesse estar super ansiosa com a chegada do Davi, na verdade tenho um certo medo. É tanto terrorismo que as pessoas fazem que dá até um medinho. Mas é certo que a ansiedade de ver o rostinho dele é grande (torcendo para que ele tenha o nariz do papai, que é bonito e não o meu).

Enfim, nessa "última" semana tenho me sentido bastante cansada, apesar de ter parado de trabalhar na semana passada, chega no final do dia sinto muito peso nas pernas e muita dor nas costas. Dormir também fica mais complicado, as inúmeras vezes que acordo para fazer xixi, dá uma atrapalhada, mas em compensação consigo tranquilamente dormir de lado. Nesse último trimestre a azia me maltratou, às vezes preciso levantar à noite para tomar remédio para azia, para conseguir dormir. 

Mas em geral posso dizer que minha gestação foi tranquila, fiz hidroginástica até o mês passado e hoje fiz minha última sessão de drenagem linfática, só lamento não estar fazendo musculação quando engravidei, porque aí não precisaria parar. Tentei dar umas corridinhas depois que a médica me liberou do repouso, mas não me senti bem, a barriga pesou demais e me senti desconfortável, por isso optei pela hidro e eventuais caminhadas.

O post já ficou gigante e vou parando por aqui, só aguardando a hora do Davi sinalizar que quer vir para os braços da mamãe.


Com 35 Semanas