segunda-feira, 6 de junho de 2016

Alimentação do bebê, stress e tal...

Hoje estou especialmente cansada.

Meu baby está com um ano e um mês e já estava com uma tosse há bastante tempo.
Na última semana ele dormiu muito mal e eu, como consequência, também dormi mal , meu leite diminui, estou me sentindo cansada, preocupada, esgotada.

Tenho tido o maior cuidado com a alimentação do Davi, sei o quanto sofre uma pessoa obesa e tenho cuidados especiais com a alimentação do meu bebê, não dou açúcar pra ele, não dou fritura, evito dar farinha branca ao máximo, priorizo frutinhas, legumes, verduras, alimentos frescos.

O problema é quando você se dedica ao máximo e é obrigada a ficar ouvindo palpiteiros criticando a maneira como eu educo meu filho, seja na maneira de amamentar, seja na alimentação.

Hoje foi o cúmulo, eu fui obrigada a ver a pessoa me criticar porque me recusei a dar batata frita pro bebê. Que fique claro que não condeno a mãe que quer dar batata frita pro seu bebê, cada um sabe de si e pronto. Agora a pessoa insinuar que meu bebê faz dieta porque não come açúcar e fritura com apenas 13 meses de idade, realmente foi difícil de escutar.

Escutar que eu devo comprar alguma fórmula ao invés de amamentar só porque a pessoa fica incomodada de eu ordenhar leite materno pra mandar pra escolinha é complicado. Meus exercícios para paciência e tolerância já estão praticamente ineficientes.


Meu bebê que faz "dieta"

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Mini-férias

Olá pessoal, 

No início do mês de setembro viajamos em família, fomos para Rio Quente (já falei sobre o lugar AQUI e AQUI sempre volto lá). 

Foi só uma semaninha, mas que já deu para dar uma boa descansada, foi a primeira viagem com o Davizinho e foi tudo muito tranquilo, ele não deu trabalho, aproveitou muito e pude encarar o biquini, mesmo com apenas 4 meses e pouco depois do parto, claro que o corpo não está nem perto de voltar ao que era antes, mas tudo no seu devido tempo. então vamos às fotos. 


Davi com o papai
Depois da corridinha
Hidrobyke
Na piscina Infinitus com meu príncipe




Alongamento pós Hidrobyke
Hora do chimarrão - Davi com meu pai e minha mãe



Com a Musa Solange Frazão
Hora da Sonequinha


Com o vovô e a vovó



Mergulhando
No Hall


Família 


Meus amores

Família 








Na praia do Cerrado


sexta-feira, 21 de agosto de 2015

GRATIDÃO

Hoje faz um ano que recebi a melhor notícia, a notícia que mudou minha vida a partir daquele instante, eu, que já havia aceitado a ideia de não ter um filho, com os planos futuros de muitas viagens a dois... fui pega completamente de surpresa.
Lembro-me perfeitamente que vinte dias antes meu amado esposo, precisou passar por uma cirurgia de emergência e que ao final do procedimento o médico nos chamou e perguntou se tínhamos filhos, falamos que não, ele então disse que depois da cirurgia, poderia haver complicações e poderíamos ter muita dificuldade em termos um filho.
Ficamos super tranquilos, afinal de contas já havíamos tentado uma gravidez logo no segundo ano de casamento e não havia dado certo e apesar de os médicos nunca terem dito que não poderíamos ter filhos, a gravidez simplesmente não acontecia. tentamos por um tempo, desistimos e para nós era assunto encerrado.
No entanto, no mês de junho,estava em um culto na inauguração do templo da Igreja Assembleia de Deus em Poconé, quando o pastor que trazia a mensagem veio até mim e disse que DEUS estava me entregando um presente.
O que o médico que fez a cirurgia no meu marido não sabia, nem eu, nem ninguém, era que DEUS já havia nos entregado nosso presente, nós é que ainda não sabíamos, por ser ainda muito recente.
Mas vinte dias depois que o meu marido passou pela cirurgia, ainda em licença médica, se recuperando da cirurgia, recebemos a notícia que DEUS já havia entregado nosso presente, a espera de nove meses foi longa, cada dia uma surpresa, mas louvo a DEUS que sempre tem o melhor para os seus filhos e que nos escolheu para ser pais do nosso príncipe Davi, que só nos traz alegria e inunda nossos dias de amor.
Obrigada meu DEUS por aquele 21 de agosto de 2014, aquele dia em que chorei sem entender que sentimento era aquele, que agora eu sei, que era o amor de Mãe que começava a nascer.


Davi - nosso presente

terça-feira, 14 de abril de 2015

À espera do Davi

Já que as postagens por aqui parecem ser trimestrais.. hehehe vamos atualizar esse negócio.


Fui olhar as postagens anteriores e vi que havia um rascunho de janeiro de 2015 ainda sem ser publicado. Aí já publiquei e ri sozinha ao ler que eu achava que minha barriga não tinha mais o que crescer... kkkkk ela não estava nem na metade do que está agora.


Hoje estamos (Davi e eu ) com 39 semanas de gestação mais 3 dias. Por onde passo, só ouço a mesma pergunta: nada ainda??  rsrsrs

E eu só respondo: nada ainda.


Acho que meu príncipe ama tanto a mamãe que não quer sair daqui de dentro tão cedo... hehehe.

Brincadeiras à parte, a data prevista para o parto ainda não chegou, já  que desde o início da gestação foi calculada para o dia 18 de abril, ou seja, teoricamente ainda faltam 4 dias para o Davi nascer. Sabemos, entretanto, que a data prevista para o parto é calculada a partir da data da última menstruação, ou seja, é absolutamente normal que ele atrase por uma semana ou mais.

39 semanas
Minha única preocupação no momento é que eu não quero, de forma alguma passar por uma cesárea e na semana passada Davi já estava com  4kg e a médica perguntou se eu ia querer parto normal mesmo com esse "bebê grande" eu afirmei categoricamente que sim, mas a essa altura começam os medos de ele não encaixar, de não dilatar o suficiente, enfim, medo de PRECISAR passar por uma cesárea. Oro a Deus e peço para que isso não ocorra. 

Quanto à parte física, aparentemente parece que não engordei muito, apesar de que minha barriga está gigantesca e já nem sei quantas vezes ouvi a pergunta "será que não são gêmeos?" rsrsrs, mas isso não me incomoda, Minha barriga está enorme mesmo. Coisa mais linda de se ver. 

No total engordei 17 kg e não ganho peso há umas três semanas. Não tive estrias até a semana passada quando saiu um de cada lado da barriga, o que me deixou bem chateada.... mas tudo bem, faz parte, depois a gente trata. 

O que me deixou mais feliz foi que meus braços não ficaram gigantescos (em compensação minha bunda ficou..... não tem como ir contra a genética  nesse caso... rsrs)

Não me sinto linda, como as pessoas dizem que as grávidas ficam, mas acho que não estou tão feia assim, então está tudo certo... rsrs


O fato é que apesar de a essa altura eu devesse estar super ansiosa com a chegada do Davi, na verdade tenho um certo medo. É tanto terrorismo que as pessoas fazem que dá até um medinho. Mas é certo que a ansiedade de ver o rostinho dele é grande (torcendo para que ele tenha o nariz do papai, que é bonito e não o meu).

Enfim, nessa "última" semana tenho me sentido bastante cansada, apesar de ter parado de trabalhar na semana passada, chega no final do dia sinto muito peso nas pernas e muita dor nas costas. Dormir também fica mais complicado, as inúmeras vezes que acordo para fazer xixi, dá uma atrapalhada, mas em compensação consigo tranquilamente dormir de lado. Nesse último trimestre a azia me maltratou, às vezes preciso levantar à noite para tomar remédio para azia, para conseguir dormir. 

Mas em geral posso dizer que minha gestação foi tranquila, fiz hidroginástica até o mês passado e hoje fiz minha última sessão de drenagem linfática, só lamento não estar fazendo musculação quando engravidei, porque aí não precisaria parar. Tentei dar umas corridinhas depois que a médica me liberou do repouso, mas não me senti bem, a barriga pesou demais e me senti desconfortável, por isso optei pela hidro e eventuais caminhadas.

O post já ficou gigante e vou parando por aqui, só aguardando a hora do Davi sinalizar que quer vir para os braços da mamãe.


Com 35 Semanas


Do segundo ao (quase) sexto mês

Na última postagem estava com dez semanas de gestação e, ainda que não tivesse mencionado, estava em repouso. 

Estava com uma viagem marcada, quando no fim do dia fui ao banheiro e percebi um muco meio marrom no papel higiênico, perguntei para minha colega de trabalho (mãe de duas) e ela me disse para ir ao hospital e fazer uma ultrassonografia. 

Fui imediatamente para o hospital e liguei para meu marido me encontrar lá. Aguardei alguns minutos da fila para ser atendida (que para mim pareciam uma eternidade), enquanto isso fui ficando cada vez mais nervosa e comecei a chorar. 

Quando meu marido chegou eu já havia passado pela médica de plantão e ele levou o maior susto, tadinho, pois me viu com os olhos vermelhos de chorar e (segundo ele) a médica com cara de assustada. 

Imediatamente fui levada para o quarto, assinei os papéis da internação e assim que o médico chegou a ultrassonografia mostrou que eu havia tido um descolamento de placenta, fiquei no hospital naquela noite, o outro dia e mais uma noite, recebi alta no segundo dia, pela manhã e o médico recomendou trinta dias de repouso absoluto pois, segundo ele, eu ainda corria o risco de sofrer um aborto. 

Antes de acontecer esse fato, assim que eu soube da gravidez, consultei com dois médicos diferentes e ambos me liberaram a caminhada, o pilates e a hidroginástica. Optei por pilates e caminhada.

Assim que as pessoas souberam do descolamento só recebi pedradas, ouvi os maiores absurdos, que eu não deveria ter feito caminhada, que eu não deveria ter ido para o pilates, que eu não devia isso, nem devia aquilo. Palpiteiros foi o que não faltou. Fiquei mega revoltada e cheguei a dar umas más respostas (absolutamente necessárias) a algumas pessoas. 

Enfim, fiquei os dias 30 dias em casa deitada (levantava só para ir banheiro e fazer as refeições). Antes do término do repouso troquei de médico (que não estava na cidade no dia que passei mal e não deixou um substituto) e a nova médica me liberou do repouso, disse que estava tudo bem e que eu já podia voltar aos poucos com a atividade física. 

Voltei com as caminhadas e ginástica localizada com pesos, em casa mesmo.

No quarto mês comecei a inchar muito e ganhar peso rapidamente, vinha ganhando em média um quilo por mês e no quarto mês ganhei mais de dois. No quinto mês vieram as festas de fim de ano, o calor excessivo e eu ganhei ainda mais peso. 
Comecei fazer drenagem linfática para amenizar o inchaço e, por último, comecei com as aulas de hidroginástica.

Mas o objetivo do post mesmo é como me sinto atualmente. Em dois dias entro no sexto mês de gestação e já não estou mais aguentando o trabalho, sinto muita dor na lombar, me canso muito facilmente, não consigo me concentrar no trabalho e a irritação é muito grande. Fico pensando se todas as grávidas com esse tempo de gestação se sentem dessa maneira, ou se estou me sentindo tão cansada por causa do excesso de peso (já engordei 10 kg no total). 
Estou desesperada, controlando ao máximo a alimentação estou investindo nas frutas legumes, carnes magras e muito líquido para tentar controlar o peso - minha meta era não ultrapassar os 12kg de aumento de peso, mas como ainda faltam três meses e já aumentei 10kg, acredito que será bem difícil engordar apenas o previsto, já que muitos dizem que é a partir do sétimo mês que o ganho de peso é maior.

Todas as pessoas assustam quando falo que estou entrando no sexto mês, muitos me perguntam se já estou no oitavo mês. 
Às vezes penso que não tem mais como a barriga crescer, mas é ilusão, né. Ainda vai crescer muito e eu não sei como vou fazer para continuar trabalhando.





UpDate

Hoje é dia 14/04 e vi que este postagem está em rascunho desde o mês de janeiro, mas como já está escrita. Vou postar assim mesmo.

P.S. Olhando minha barriga de 25 semanas nem acredito que achava que ela estava grande... rsrsrsrs

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

E o presente que mudou minha vida...

O assunto hoje será um pouco diferente. 
Ainda em Poconé fui à Igreja em um domingo à noite e no final do culto uma senhora veio até mim, fez uma oração e falou pra eu abrir a mão e disse pra eu fechar porque Deus estava me entregando um presente. Creio que foram essas palavras que ela usou. Um pouco antes, ou depois não me recordo ao certo, o Pastor veio até mim e disse pra eu não me preocupar, pois Deus estava cuidando da minha família. Fiquei sem entender muito bem, mas fiquei muito feliz, afinal Deus não oferece nada ruim a ninguém.

Lembro que no dia seguinte liguei para meu marido e falei assim: "Amor, será que nós vamos ter um bebê?" Ele perguntou porque e expliquei o que havia acontecido na Igreja, ele falou que devia ser outra coisa e esquecemos o assunto. 

Voltei do Pantanal no finalzinho de junho, ainda brigando com a balança, recomecei dieta e também os treinos, voltei a correr esporadicamente e também voltei com os treinos de Insanity.



E aí no dia 01 de julho,  por volta de 6 horas da manhã,  eu estava treinando, quando do nada resolvi abandonar o treino no meio do caminho e fui pra dentro de casa, estava no banho quando meu marido sentiu fortes dores e levei ele imediatamente para o hospital. Chegando lá o médico informou que ele estava com um problema urológico e precisaria ser submetido imediatamente a uma cirurgia. 

Mais tarde o médico passou para fazer a visita e perguntou se nós tínhamos filhos, falamos que não. Ele disse então que possivelmente as chances de eu conseguir engravidar seriam mínimas. Mas que era para aguardar uns três meses e fazer um exame para ver qual havia sido o impacto da cirurgia sobre o organismo dele. Lembro que não fiquei abalada com isso afinal, quem me acompanha há mais tempo, deve lembrar que tentei engravidar no ano de 2008, inclusive meu marido e eu fizemos vários tratamentos e os médicos disseram que as chances de eu conseguir engravidar eram pequenas.

E assim a vida seguia, no entanto como meu marido estava se recuperando da cirurgia eu não voltei a praticar Insanity, nem saí mais para correr, eu estava sem ânimo para seguir dieta e nem atividade física, lembro de ter reclamado com minhas colegas de trabalho que estava comendo demais e não conseguia seguir dieta e consequentemente não conseguia emagrecer. Comecei a reclamar também que meu cabelo que sempre foi normal estava muito oleoso. Minha colega olhou para mim e disse: "Credo Taty, vocês está toda desconfigurada" Morri de rir e ela ficou tirando sarro. Todo mundo sabe o tanto que sou disciplinada e não entendíamos porque eu não estava conseguindo fazer dieta e nem atividade física.

Na data prevista para iniciar meu ciclo menstrual, nada, e assim passaram dois, três, cinco, quando completou 08 dias de atraso menstrual eu resolvi fazer um exame, estava desconfiada de uma possível gravidez, mas não acreditava muito, afinal fiquei anos e anos sem tomar anticoncepcional e nunca havia ocorrido nada e dessa vez havia ficado apenas dois meses sem tomar. 

Enfim, fiz o bendito exame e quando ficou pronto passei no laboratório olhei o exame e não entendi nadica de nada. O médico havia pedido o beta HCG quantitativo, olhei o resultado, olhei os valores de referência e vi que de 5 a 13 sugeria novo exame, pensei pronto, vou ter que repetir o exame, saí do laboratório e passei na clínica, pedi para a secretária mostrar o exame para o médico e me ligar. Ela olhou o exame, olhou pra mim e disse "eu acho que você tá grávida". Eu não acreditei muito nela e insisti para que ela mostrasse para o médico. Voltei para o trabalho e comecei a pesquisar na internet resultados do Beta HCG quantitativo. Foi só aí que eu me liguei que o resultado não havia sido de 13 mas de 13 mil. Quando a secretária me ligou dizendo que o médico falou que não havia dúvida alguma e que eu estava grávida, eu já havia percebido e só chorava, não sei explicar o que eu senti naquele momento. Minha colega de trabalho chegou e eu apavorada contei pra ela e comecei a chorar. Foi muito engraçado até "cair a ficha", acho que só acreditei mesmo quando fiz o ultrassom e ouvi o coraçãozinho do bebê batendo. 

Então a partir de agora o foco é outro, por enquanto não vai haver antes e depois de barriga menor e mais chapada, mas sim cada vez maior. 


Estou na décima semana, mas falo sobre isso na próxima postagem.
No próximo post vou falar também sobre a atividade física e a nutrição.

domingo, 21 de setembro de 2014

O Pantanal Mato Grossense em Imagens

Como disse no post anterior, fiquei encantada com o Pantanal e revolvi fazer este post para dividir com vocês as belezas do lugar.


Entrada do município de Poconé/MT - no dia que chegamos ainda não haviam terminado de pintar a fachada 

O portal da entrada depois de pronto.
O município é uma cidade de garimpos, durante nossa estada fomos atender uma ocorrência em um garimpo da cidade e aproveitei para conhecer um pouco sobre a extração do ouro. Fiquei impressionada com a dificuldade que é para conseguir obter algumas fagulhas de ouro, um trabalho que demanda muita paciência.


Agora, uma capítulo à parte, com certeza é a Rodovia Transpantaneira, belissima estrada de terra, com inúmeras espécies às margens da estrada.

O Zico

O Zico é um jacaré muito simpático rs



Belíssimas Pousadas






Porto Jofre



Município de Poconé/MT:






O tradicional bolinho de arroz servido com chá. O legítimo chá com bolo, ou "tchá co bolo" como diz o poconeano.


Um pouco mais de Pantanal:





Pousada Canto do Arancuã

Pousada Canto do Arancuã


Pousada Canto do Arancuã
















SESC Pantanal:


Viola de Cocho

Borboletário

















Então é isso, espero que tenham curtido o Pantanal tanto quanto eu.